Otimização dos processos de RH

Dentro dos contextos organizacionais, as demandas na área de Recursos Humanos (RH) se tornaram cada vez mais voltadas à uma necessidade de otimização. Na prática, pensar estrategicamente significa utilizar recursos que possam gerar resultados no menor tempo possível. E para isso, rever os processos se torna ponto fundamental para tal mudança, especialmente quando o foco do trabalho são as pessoas.

No nível coletivo, a empresa precisa focar na mudança da cultura organizacional, priorizando o aperfeiçoamento e criando espaços onde a visão dos colaboradores seja valorizada, pois são eles quem realizam os processos na prática, tendo então uma maior propriedade quando se trata em revê-los.

Considerando essa necessidade de uma visão estratégica, foi elaborado o Manifesto Ágil do RH, trazendo alguns pontos importantes referentes a essa questão: apostar em redes colaborativas, trabalhar com a transparência na comunicação, considerar o potencial de adaptação do colaborador, gerar inspiração e engajamento na equipe, proporcionar uma motivação que venha do colaborador e trabalhar o foco ambicioso nos resultados. Esses princípios trazem uma forma inovadora de gestão, apostando na qualidade e eficiência do trabalho, seja a curto ou a longo prazos.

Mas, na prática, como implementar essa mudança? Primeiro, é preciso mapear os processos inclusos no RH, nos quais podemos considerar os seguintes:

1) Recrutamento e Seleção: realizar um levantamento de cargos, de forma definida, para saber onde buscar candidatos(as) qualificados(as) para as funções, focar em canais estratégicos de divulgação e captação de currículos, realizar a seleção apoiada em instrumentos de avaliação de perfil comportamental e demais critérios e uma construção sólida de banco de talentos para futuras oportunidades;

2) Feedback e Avaliação de Desempenho: criar uma cultura de devolutiva com os colaboradores, seja por meio de entrevistas ou instrumentos de pesquisa organizacional, bem como analisar os “talentos”, focando no crescimento profissional;

3) Papel das Lideranças: ser cada vez mais um líder, priorizando o crescimento junto com a equipe, do início ao fim, e não ser um chefe, apenas exigindo resultados.

4)Treinamento e Desenvolvimento: trabalhar em uma perspectiva de educação corporativa, priorizando a capacitação profissional dos colaboradores, além de uma perspectiva de carreira.


Considerando os pontos anteriormente citados como processos pertinentes à área de RH, as mudanças passam a ser visíveis, podendo até ir além do que se esperava no quesito otimização. Claro que, para o resultado ser alcançado, é necessário planejar, não de forma unilateral, mas considerando todas as pessoas da empresa que fazem parte disso. Só assim que se buscará mudanças efetivas que tragam resultados.

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