• Caroline Menezes, Assistente de R&S

Mulheres ocupam, cada vez mais, cargos de liderança

Inúmeros aspectos levam a crer que lideranças femininas podem ser positivas dentro de uma organização, tanto para a empresa como para a sociedade como um todo. No cenário atual, nota-se o mundo do trabalho mais receptivo a gestões guiadas por mulheres, mas ainda nos dias de hoje considera-se importante falar sobre isso, para que se possa, paulatinamente, extinguir aspectos que levavam, até então, cargos de gestões serem em grande parte destinados ao sexo masculino.


Soma-se a isso o fato de que o fortalecimento da diversidade, assim como criatividade e inovação - características comuns quando se tem lideranças femininas em uma organização -, se configuram como fatores importantes para que as empresas se tornem competitivas no mercado. Após um longo período histórico de mobilização feminina, refletir sobre este estilo de liderança está relacionado a pensar sobre um espaço em que, tradicionalmente, as mulheres não tinham acesso, como a política e o mercado de trabalho, uma vez que algumas décadas atrás estavam incumbidas de atividades domésticas ou familiares. Hoje, sabe-se que o papel da mulher na sociedade vai além disso.


Diante do exposto, vale ressaltar que cada pessoa possui seu estilo de liderança ou forma de trabalho, ou seja, o objetivo não é respaldar estereótipos, mas destacar as contribuições às quais são potencializadas quando uma mulher assume um cargo estratégico. Dentre tais características podemos exemplificar a empatia, flexibilidade, facilidade em relacionamentos interpessoais e o fato de que tendem a proporcionar um clima organizacional agradável e/ou leve.


Por fim, podemos citar exemplos de mulheres inspiradoras, como Luiza Trajano - empresária responsável pela Magazine Luiza, uma das maiores redes de varejo do Brasil; Hillary Clinton, nome conhecido na política norte-americana e Sheryl Sandberg - gestora operacional do Facebook, sendo a primeira mulher a ocupar um cargo de liderança na empresa – dentre outras mulheres empreendedoras. Pensar em lideranças femininas, hoje, é assunto essencial para combater o preconceito e atingir equidade e justiça social.

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